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Life of a Wonderer

Life of a Wonderer

FILMES: Monstros Fantásticos: Os Crimes de Grindelwald

 

Longe de terminar a minha pausa do blog, tinha que vir aqui, no entanto, falar-vos de um dos filmes mais aguardados do ano. Sinto que este ano (mais especificamente, o Verão) foi o ano em que comecei a entrar mais neste "mundo", apesar de ter crescido com ele. Foi no Verão que decidi começar a ler os livros do Harry Potter e, como sabem, só vi o primeiro filme do Fantastic Beasts em Julho. No post disse-vos que gostava muito de o ver no cinema, e não só fiz isso, como fui ver precisamente na sessão de ante-estreia, dois dias antes da estreia mundial! Isto é que é exceder expectativas, certo?

 

Nunca soube criticar os filmes deste universo. Posso não ser fã, mas, como pessoa que faz parte da geração do Harry Potter, tenho uma ligação com este "mundo" que não me deixa ver para lá disso. Por mim, podem pôr tudo o que quiserem nos filmes, que eu vou continuar a adorar. Prova disso foi que, no intervalo, estava com um brilhozinho nos olhos, de coração cheio com o que tinha visto até então, enquanto parte da minha companhia já estava a dizer que esperava que a segunda parte fosse menos "parada".

 

E portanto, para vos falar do filme, vou começar por aqui. De facto, o filme não desenvolve muito da história até quase ao final. Se me importo com isso? De forma alguma, este filme pertence a um universo muito especial para muitas pessoas que cresceram com ele, pelo que, a meu ver, não é apenas a história que importa, mas toda a experiência cinematográfica que ele proporciona a quem o vê. É um filme para nós, os que eram pequeninos quando o primeiro filme do Harry Potter saiu, os que viveram a "febre" à medida que cresceram. É um filme ao qual se pode perdoar a "falta de desenvolvimento" porque não se trata apenas disso, e isso sente-se logo que se entra na sala de cinema, lotada de pessoas que partilham o mesmo sentimento por aquele mundo e que estão ali para viverem o que têm vivido desde crianças.

 

Mas não se deixem enganar: continua a ser um filme empacotado de ação e, acima de tudo, surpresas, com reviravoltas que ninguém esperava. O Johnny Depp fez um excelente trabalho como Grindelwald, como seria de se esperar (apesar de continuar a não me agradar que ele tenha um papel no filme), e a ligação entre o Grindelwald e o Dumbledore é explicada. Há personagens que nos surpreendem, tanto pela positiva, como pela negativa, e claro, podem esperar sempre as mesmas criaturas bonitas e fofinhas de sempre, para ganharem o vosso lado mais ternurento.

 

Tenho cada vez mais amor por este universo, especialmente agora que tenho consumido ainda mais dele. Hoje senti muita vontade de voltar a estar naquela sala de cinema, a ver aquele filme. Hoje deixei o trabalho de Avaliação e Reabilitação Neuropsicológica de lado para ir ler um bocadinho mais do quinto livro de Harry Potter que, infelizmente, não tenho conseguido ler mais desde o início de Outubro.

 

Não sei se esclareci muito sobre o filme mas para mim foi, acima de tudo, uma experiência. Um turbilhar de emoções como não sentia há anos. O revisitar de um mundo que me conquistou na infância. Estar naquela sala, com todas aquelas pessoas com o mesmo propósito, foi como voltar a ser criança. E esse sentimento é impagável.

Uma pausa

Sei que tenho andado cada vez mais "desaparecida" por aqui, e bem, agora vou realmente desaparecer. Não de vez, porque este continua a ser o meu cantinho e seria incapaz de o deixar.

 

Entristece-me ter que escrever isto, mas realmente chegamos, por vezes, a um ponto em que temos que fazer algumas escolhas, e por agora esta é a minha.

 

Tenho tido alguns problemas pessoais, problemas esses que estão presentes desde o início do ano mas que, com o tempo, se têm intensificado cada vez mais. Há alturas em que algo acontece e a minha vida não dá para mais nada do que apenas isso, mais a universidade; sendo que neste momento até para a universidade está a ser difícil conseguir algum tempo que seja. Estou numa dessas alturas e, se antes ainda era um tanto ou quanto possível "manejar" o tempo, agora que estou num mestrado, com um horário incrivelmente exigente e extenso, tornou-se um pouco menos possível. Embora a falta de tempo e o consequente cansaço sejam as principais razões, acho que também preciso realmente de espaço para lidar com aquilo que está a acontecer sem ter que pensar em mais nada (neste caso, o blog).

 

No meio de tudo isto, como disse, temos que fazer algumas escolhas. Temos que definir prioridades, e por vezes algumas coisas têm que ficar para trás. Como é o caso do blog.

 

Não tenciono desaparecer de vez. E até posso publicar uma vez ou outra. Aliás, tinha aqui ainda um rascunho dos favoritos de Setembro – que já não acho que vá postar – e ainda um post sobre Cascais – que talvez não faça também mais sentido ainda mais para a frente, mas que demorei/estou a demorar a escrever porque quero que transmita exactamente o que me fez sentir. Mas de um modo geral, este blog vai entrar num hiato, e não posso nem consigo fixar o tempo.

 

No entanto, espero que compreendam e que, quando voltar, ainda estejam cá para me ler e acompanhar. Embora vá deixar de escrever, não vou deixar de ler e visitar os vossos blogs, como sempre faço.

 

Portanto, e sem mais demoras... É um até já!

LIVROS: Still Alice (Ainda Alice)

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Hoje venho partilhar com vocês mais um (excelente) livro, o qual referi nos meus favoritos de Agosto. Já o li há algum tempo, mas não podia deixar de vos falar dele. Até hoje, foi dos livros mais bonitos – da maneira mais triste – que li, dos mais avassaladores, mas também dos mais tocantes.

 

Still Alice (Ainda Alice), de Lisa Genova, conta a história de Alice Howland, uma professora de psicologia em Harvard com uma carreira importante e bem-sucedida. Com os seus 50 anos, Alice recebe o diagnóstico de Alzheimer precoce. A partir daqui, tanto a sua vida como a das pessoas que a rodeiam sofrem uma grande mudança.

 

Este livro é importantíssimo porque, apesar de todos termos uma ideia bastante clara do que é a demência de Alzheimer (e outras) e de como se manifesta, esta história dá-nos um lado que é impossível conhecermos: o lado do doente. Apesar de ser escrito na terceira pessoa, Lisa Genova descreve-nos o decorrer da doença pelos olhos, pensamentos e mente de Alice. E, como se podia esperar de um livro com uma temática tão séria e profunda, Still Alice é uma história desvastadora.

 

É impossível não nos sentirmos destroçados quando percebemos, numa determinada passagem do livro, que Alice esqueceu aquilo em que estava a pensar há dois minutos atrás. Como se o pensamento nunca tivesse existido. É impossível não nos sentirmos destroçados quando Alice descreve o marido como "o homem estranho" porque não sabe mais quem ele é. É impossível não ficarmos perturbados quando ela, perto de casa, não sabe como lá chegar.

 

Não é apenas um livro que descreve o curso da doença; também nos mostra o estigma de que Alice se torna vítima. Antes uma mulher inteligente com uma carreira excepcional, até nas fases iniciais da doença as pessoas a tratavam como se ela não fosse mais capaz de pensar por si própria.

 

Recomendo muito este livro a quem se interessa pelo tema, embora ache, honestamente, que é um daqueles livros que toda a gente devia ler obrigatoriamente, precisamente por nos dar um insight completamente diferente daquele a que estamos habituados!

 

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Favoritos de Agosto

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Apesar de Agosto já ter terminado, tenho uma lista considerável de favoritos do mês para partilhar com vocês. E, dos poucos posts de favoritos que tenho, bem... este é, até agora, o meu favorito! Sem mais demoras, aqui estão as coisas que mais me encantaram no mês de Agosto:

 

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Livros Harry Potter - Li os primeiros dois livros há cerca de dois/três anos, e tive uma experiência um pouco atribulada com o terceiro que não me deixou avançar muito mais na série. Finalmente recomecei a ler, já vou no quinto livro e estou a adorar! Tenho revisto os filmes ao fim de cada livro e é inacreditável a quantidade de coisas que se perdem nos filmes, sejam acontecimentos específicos ou simplesmente emoções e informações que fazem falta! Acho que depois disto vou passar a gostar muito mais dos livros do que dos filmes.

 

Still Alice - Este livro é fenomenal, com uma premissa incrível, sobre uma mulher que acaba por receber o diagnóstico de Alzheimer precoce. Tenho um post preparado para vocês sobre este livro, por isso não vou dizer muito mais! Gostei e recomendo muito e sim, deitei umas lágrimazitas aqui e ali.

 

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"The Secret World of Jeffree Star" - Esta série andou (e ainda anda) a ser falada pelas bocas do mundo. Para quem não conhece, o Jeffree Star é um youtuber (antes, músico) bastante excêntrico, e a verdade é que, se virem os vídeos dele, passa uma ideia de que é toda uma pessoa acima de tudo, em que nada o afecta, havendo até pessoas que fazem dele um "monstro". Em suma, não se mostra muito vulnerável e acaba por não parecer um ser humano, por assim dizer. Foi com base nisto que o Shane Dawson resolveu fazer esta série para nos mostrar a pessoa por trás das câmaras. E foi depois disto que o Jeffree Star passou a ser para o mundo aquilo que ele sempre foi: um ser humano, como todos nós. Devo dizer que, definitivamente, olho para ele de uma forma totalmente diferente agora. É impossível não respeitarmos tudo aquilo por que passou para chegar onde está, o quanto trabalha para conseguir o que conseguiu. Acima de tudo, é impossível não o vermos, agora, sob toda uma nova luz. Esta série foi incrível, e foi mesmo muito bem conseguida por parte do Shane.

 

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Macacão Bershka - Não ligo muito ao mundo da moda – apesar de não ser o tipo de pessoa que veste a primeira coisa que aparece à frente, também não sou o tipo de pessoa que pensa muito activamente nos looks que veste. Tem dias, vá. Tenho um estilo bastante simples, básico e neutro, com uma peça aqui ou ali mais ousada, e por esse motivo este macacão foi, para mim, uma saída da zona de conforto. Primeiro, porque foi o primeiro macacão comprido que comprei na vida (sim, a sério). Segundo, também pela cor, que não costuma ser o tipo de cor para a qual vou logo. Acabou por ser que gostei imenso de me ver com ele. É daquelas peças de roupa que vestimos e sentimo-nos princesinhas (neste caso, de calças), das que somos nós a vestir com a maior confiança e não as roupas que nos vestem a nós. Depois disto, já comprei outro, e podem esperar por vê-lo nos favoritos de Setembro... gostei desse ainda mais!

 

T-shirt Friends - Confesso que esta foi uma compra muito impulsiva, mas nem por isso me arrependo. Quando vi esta t-shirt na H&M, sabia que tinha que a comprar. Prova disso foi que nem sequer havia o meu número, mas levei o número acima na mesma (como costumo usar t-shirts por dentro das calças, não me fazia diferença ser mais ou menos larguinha). Friends é das minhas séries favoritas, e apesar de ainda assim não estar no topo dos favoritos, é daquelas séries para as quais me viro quando estou a ter um dia mau, e sei sempre que me vai fazer sentir melhor. Roupas que nos permitem mostrar o nosso amor por algo nunca são uma má opção! As brancas devem ter voado num instante, porque só encontro em preto no site.

 

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Orange is the New Black, temporada 6 - No final de Julho saiu a nova temporada de Orange is the New Black, e para mim foi uma das melhores até agora. Acho incrível o quanto esta série consegue sempre abordar assuntos super importantes na sociedade actual. Não consigo falar disto sem dar spoilers a ninguém, por isso vão ver! Vale muito a pena.

 

Brooklyn Nine-Nine - Já tinha ouvido falar desta série há imenso tempo, mas nunca me despertou muito a atenção. Comecei a ver episódios soltos na televisão e escusado será dizer que fiquei "agarradinha" e tive que começar a ver tudo do início e mais a sério no computador. Brooklyn Nine-Nine é uma série de comédia que retrata as experiências de um conjunto de pessoas que trabalham como agentes de polícia numa esquadra (a 99), sendo Jake Peralta o protagonista. Não faz tanto o tipo de comédia que costumo ver – afinal, há alguma razão para nunca me ter interessado muito –, mas a verdade é que há qualquer coisa na série que prende. Não há uma única personagem nela que eu não goste (o que é milagre) e, se o Jake pode parecer um pouco infantil de início, a verdade é que a personagem começa a crescer em nós – o que acontece também com a série, que se nota que cresce bastante em relação ao começo.

 

Catfish - Um programa que conheço há anos; lembro-me de ter visto os primeiros episódios quando o programa começou. Depois disso, fui esquecendo. Agora que estou de férias também comecei a apanhar na televisão e, bem, já chegou ao ponto em que eu até vou ver disto à secção de programas da última semana para ver todos os episódios que possa ter perdido. Para quem ainda não sabe, Catfish é um programa onde Nev e Max ajudam pessoas a encontrar ou descobrir alguém com quem andam a falar online (muitas vezes essas pessoas têm mesmo uma relação), sendo que na grande maioria são "fakes". Não costumo ver programas da MTV (de todo) nem costumo ver este tipo de programas, mas este escapa e gosto mesmo muito de ver. É quase como um guilty pleasure que, na verdade, não causa assim tanta culpa!

 

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Cascais - O final de Agosto foi marcado por férias como eu não tinha há anos. Apesar de já ter saído da cidade várias vezes, não passava férias no verdadeiro sentido da palavra desde 2010. Foi um relembrar e um renascer, num sítio que ainda não conhecia mas pelo qual me apaixonei. É mais um assunto para o qual reservei um post inteiro, porque não podia deixar escapar a oportunidade de registar esta experiência.

 

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Duolingo - Já escrevi um post sobre esta app e, tal como lá previ, a minha relação com ela tem sido realmente muito estável. Tenho-a usado todos os dias, não perdi ainda um único e continuo a sentir que consigo aprender mesmo muito com ela. A quem estiver interessado em aprender novas línguas, recomendo imenso!

 

Agosto foi realmente um mês feliz, como não tinha talvez há algum tempo, pelo menos não da mesma forma, e até os interesses que descobri se reflectem nisso. Resta esperar e ver o que o resto de Setembro me reserva!

Objectivos para os 25

Apesar de toda a gente me dar menos idade do que tenho, a verdade é que completei um quarto de vida no início de Agosto (sim, já foi quase há um mês, desculpem!). Devo dizer que não tenho por hábito traçar objectivos nessas ocasiões. Em novos anos, sim, em aniversários, nunca me passou pela cabeça. Até agora. Não sei porquê; talvez porque os 25 são daquelas datas mais marcadas na vida de alguém. O que é certo é que há várias coisas que gostava de cumprir, e em vez de as destinar a 2019, destino-as aos meus 25. Aqui estão então os meus objectivos para os 25! 

 

1. Tratar de mim. Não me vou alongar muito neste assunto, mas sofro muito de falta de energia. É um problema que afecta a minha vida em vários aspectos, e estou a chegar a um ponto em que começo a ficar farta de não poder (ou não conseguir) fazer a minha vida diária como uma pessoa "normal" porque simplesmente não tenho energia para tal. Por ser estudante, passo a maior parte de um ano inteiro na universidade e a trabalhar para isso, e essa é basicamente a única coisa para a qual dirijo todas as poucas energias que tenho, que nem assim às vezes são suficientes. Este objectivo, na verdade, já começou a ser trabalhado em Julho quando (finalmente) se descobriu o porquê. Agora só espero que o tratamento resulte, até porque alguns dos objectivos que se seguem dependem deste em larga escala.

 

2. Ler mais. Este é um dos objectivos que dependem do primeiro. Durante as férias de Verão ou aquelas entre os semestres não tenho problemas em cumprir este objectivo. Em todos os outros dias do ano, contudo, torna-se um pouco mais complicado ter tempo, cabeça ou as duas coisas. Tenho lido imenso nestas férias (mais do que em qualquer outras), mas o verdadeiro desafio virá no ano lectivo. E eu quero mesmo muito cumprir este objectivo, a qualquer altura do ano.

 

3. Estar mais "em contacto" comigo mesma, com a realidade, o mundo – enfim, com tudo. Não acho que alguma vez tenha sido uma pessoa espiritual, mas acredito que há alguns anos atrás me sentia mais conectada, não sei se comigo mesma, mas pelo menos com a Natureza, por exemplo. Sinto que ao longo dos anos perdi um pouco essa "conexão". Talvez também devido à falta de energia, deixei de me inspirar no mundo à minha volta. Para além disso, nos últimos tempos, e de uma forma um pouco diferente, tenho sentido que me perdi um pouco como pessoa em alguns aspectos, agindo contra os meus princípios e acabando, por vezes, por me sentir uma estranha, pelo que quero mesmo muito recuperar-Me e ligar-me mais a mim mesma e ao que me rodeia.

 

4. Ir ao ginásio. Não me vou alongar também muito neste aspecto, mas quero dizer-vos que a ideia de ir para um ginásio me provoca tanta ansiedade que ando a matutar nela há já dois anos, sem ainda ter tido coragem de me inscrever num. Espero que seja este ano!

 

5. Comer com mais consciência. Embora ande ainda um pouco perdida, isto nunca deixará de ser um objectivo.

 

6. Estar em paz com a minha vida. Ultimamente, tenho-me sentido extremamente cansada de levar uma vida de estudante universitária. Já levo um longo percurso na universidade, e cheguei a um ponto em que estou farta de não poder trabalhar e ganhar o meu próprio dinheiro, de chegar a casa sem poder descansar porque há sempre algo para fazer, enfim. Como dizem, "já são muitos anos a virar frangos", excepto que neste caso é mesmo num sentido negativo. Este cansaço é tão grande que já não há amor pela psicologia que o valha, uma vez que o problema é a universidade no geral. Visto que este vai ser o meu último ano a estudar (depois disso vem o estágio e a dissertação), espero conseguir sentir-me um pouco mais em paz. Quanto mais não seja porque é o mestrado e já é algo mais direccionado àquilo que realmente gosto, e talvez isso me motive um pouco mais. Já agora, este é o motivo pelo qual desisti de escrever a terceira e última parte da série "Estudar Psicologia". Acho que sairia um post desnecessariamente negativo, e não seria justo levar as pessoas em erro, ainda mais quando o problema não é a psicologia em si.

 

7. Praticar yoga e/ou meditação. Em 2012, cheguei a praticar yoga durante um mês, em casa. Mas tenho um enorme problema de auto-disciplina e acabei por me desleixar e deixar para lá. Gostava muito de voltar a isso, e até mesmo de fazer meditação, porque acredito que traga uma paz de alma cada vez mais necessária a todos nós – além de ajudar no objectivo de me conectar mais comigo e com a realidade!

 

8. Começar um diário de gratidão. Acho que nos esquecemos muitas vezes de estarmos conscientes e agradecermos aquilo que temos e as oportunidades que nos são oferecidas, sejam coisas mais "simples" – como ter água potável para beber – ou mais importantes – como simplesmente estar vivo. Esta ideia surgiu-me sobretudo quando estava com problemas em usar o Instagram, uma vez que me fez perceber que apesar de todos os pontos negativos, há sempre coisas pelas quais devíamos estar gratos – e um diário de gratidão não só nos lembra disso como nos obriga a pensar nelas.

 

Não são muitos, mas cada um deles tem o seu significado. Não me vou pressionar nem me vou martirizar se alguns deles não forem cumpridos – há uns mais fáceis, outros menos –, mas quero pelo menos tentar fazê-lo. Veremos o quanto consegui atingir daqui a um ano!

Sobre mim


25 anos, mestrado em Psicologia Clínica e da Saúde. Apaixonada por Lisboa e por gatos. Introspectiva por natureza e com muitos pensamentos para partilhar!

📖 A ler: The Night Circus (Erin Morgenstern) // Harry Potter and the Order of the Phoenix (J.K. Rowling) // A New Earth: Awakening to Your Life's Purpose (Eckhart Tolle)

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