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Life of a Wonderer

Life of a Wonderer

Resumo de Março

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Desta vez a publicação vem atrasada um dia - tive uma semana um pouco atribulada, mas mais vale tarde que nunca! Não sei se vou fazer este tipo de publicações todos os meses, mas acho engraçado poder falar-vos de coisas que fizeram parte do meu mês (e relembrar outras, no caso dos posts). Tive um mês relativamente ocupado, pelo que não consegui explorar nada de novo para poder partilhar com vocês e por isso não tenho muitas coisas sobre as quais vos falar, mas aqui vai!

 

P O S T S |

 

Séries que vi (e amei) recentemente

 

Review: Avène Protector SPF50+ Emulsão

 

Comer com consciência #2: Fiz o meu próprio Muesli (+ Receita)

 

2018 e as pessoas continuam a falar do nosso corpo

 

S É R I E S |

 

Paranormal Witness: Uma série estilo documentário que retrata as experiências paranormais de pessoas com base nos seus testemunhos. Soa foleiro, eu sei, mas esta série merecia muito mais reconhecimento! As encenações conseguem ser muito cinematográficas e criar a ambiência perfeita.

 

La Casa de Papel: Uma série que anda pelas bocas do mundo, e pelas melhores razões. Há muito tempo que não gostava tanto de uma série! Parte de mim sente-se triste que tenha sido tão curta e já tenha acabado, a outra parte contenta-se porque quem sabe se não estragariam a série se continuassem? Por favor, vejam!

 

P E S S O A L |

 

Unhas de imersão em pó: Fiz pela primeira vez e acho que estou rendida! É uma técnica mais natural que o gel, os produtos têm vitaminas para as unhas, e não precisa de luz UV (sendo essa a principal razão pela qual quis fazer). Apesar de não ser muito higiénico no que diz respeito aos potes (toda a gente mete as unhas nos mesmos), acho que começo a preferir às unhas ou verniz gel.

 

Livros de colorir para adultos: Decidi aderir à moda e comprar um destes livros e, mais do que terapêutico, é a melhor coisa para quando não têm nada para fazer (ou não vos apetece fazer mais nada).

 

E pronto, são estas as coisas que tenho para partilhar com vocês este mês. Há outra notícia, mas prefiro contar-vos apenas quando se concretizar! Espero poder partilhar mais com vocês nos próximos meses. Partilhem comigo nos comentários qualquer coisa que queiram do vosso mês de Março, e até ao próximo post!

2018 e as pessoas continuam a falar do nosso corpo

Fonte: Huffington Post

 

Já andava a pensar há quanto tempo é que vos disse, no meu post sobre mim, que sou uma pessoa introspectiva e que gosto de reflectir sobre as coisas, mas nunca vos tinha mostrado esse meu lado. Hoje, finalmente, venho partilhar convosco algumas coisas que têm passado pela minha cabeça nos últimos tempos. Não é a primeira vez, e com certeza não será a última, mas é algo que eu sinto que precisa de ser falado. Hoje venho partilhar com vocês alguns dos meus pensamentos em relação ao facto de continuar a haver pessoas que comentam o corpo ou a alimentação dos outros como se tivessem alguma coisa a ver com isso. Vai ser uma mistura de reflexão com 'rant' porque é algo que me chateia um bocadinho.

 

Falo sobretudo da minha experiência pessoal, pois sou uma pessoa magra e abaixo do peso ideal para a minha idade e não é porque eu queira; é sim porque tenho um metabolismo extremamente rápido e por isso não engordo facilmente. A questão é: eu sou magrinha.

 

E não sei por quantas vezes nestes meus anos todos de vida eu já ouvi pessoas dizerem: "tens que comer um hamburger", "pareces um palito", "qualquer dia desapareces", "precisas de comer mais", "és um esqueleto", entre outras coisas que tais, coisas estas que ao longo de quase toda a minha vida tive que ouvir e calar, mas que, a partir de certo ponto, comecei a ficar cansada de ouvir.

 

Desde então eu não consigo meter na cabeça como é que as pessoas se acham no direito de comentar o corpo ou a alimentação das outras, como se elas tivessem alguma coisa a ver com isso. Como se dizer "tens que comer um hamburger" e "qualquer dia desapareces" ajudasse em alguma coisa ou tivesse algum propósito (por favor, se tiver, digam-me qual é - ainda não consegui perceber bem). Atenção, tal como disse, estou a falar da minha experiência, mas isto serve também para as pessoas com excesso de peso que ouvem coisas do género, eu simplesmente não posso falar por elas.

 

O que me chateia não é o facto de me fazer sentir mal, porque felizmente aprendi a transformar essa insegurança induzida pelos outros em intolerância para com os outros, porque este é um típico caso de "diz mais deles do que de mim". O que me chateia é o facto de ainda sentir que preciso de me justificar a estas pessoas, explicar-lhes que não engordo facilmente, que tenho o metabolismo rápido, ou tentar defender-me quando me dizem que como pouco (esta é uma das minhas preferidas, porque as pessoas julgam mesmo que conhecem o quanto eu como sem ver, de facto, o quanto eu como a todas as refeições, todos os dias). Acho que acaba por ser normal quando as pessoas falam como se realmente tivessem algum voto na matéria.

 

Por muito tempo eu tive que ouvir este tipo de comentários e aceitá-los de boca calada. Aliás, infelizmente é o que a maioria das pessoas faz. Eventualmente, comecei a perceber que eu não tinha problema nenhum só porque os outros falavam como se tivesse - pelo contrário, o problema estava neles. No facto de se acharem no direito de comentar o meu corpo e a minha alimentação como se de facto tivessem algo a ver com isso. A partir daí eu comecei a ser cada vez menos tolerante com isso. Não se trata de ser sensível, trata-se sim de fazer as pessoas verem que não estão a ser correctas. Eu acredito que a maioria das pessoas fique genuinamente magoada com comentários do tipo, por isso porque raio o fazem sem pensarem sequer nas consequências? Estamos em 2018! Ainda oiço pessoas julgarem outras por serem gordas, e tristemente admito que faço parte do problema, não por ajudar à festa, mas sim por ficar calada. Cheguei a um ponto em que deixei de acreditar que se pode mudar a mentalidade de quem acha engraçado gozar com alguém ou fazer juízos de valor ocos e sem propósito só por se ser gordo ou magro. Eu própria fui gozada no 3º ciclo por ser magra. Quando fazem comentários do género "pareces um palito" só estão a ajudar a que o problema se mantenha.

 

Não estamos mais numa época em que seja legítimo achar-se que estas palavras não têm um efeito sobre as pessoas. Acredito que tenha, e em muitas delas. E acredito que numa percentagem dessas pessoas, o efeito se eleve a tal nível que começa a ter consequências graves. Por favor, parem por um segundo. Estamos numa sociedade cada vez mais informada, e mesmo assim, ainda falta tanto. Aquilo que antes eram "piadas" e "na brincadeira" nunca o foram realmente. E cada vez mais se percebe que deixaram de o ser, por isso colaborem.

 

Enfim, isto provavelmente ficou confuso e, como acontece sempre, não disse nem metade do que queria, porque isto é algo que dava pano para mangas e que realmente me chateia. Chega a entristecer-me pensar que ainda temos que lidar com pessoas assim - entende-se mais ou menos em pessoas mais velhas, mas quando vemos pessoas mais jovens com menos consciência daquilo que estão a fazer é muito triste.

 

O que acham deste assunto? Já ouviram coisas deste género? Podem partilhar como se sentem em relação ao assunto, se quiserem!

 

P.S: Sei que existem casos graves, como distúrbios alimentares, excesso de peso que possa causar problemas graves de saúde, etc. Não quero que pensem que estou a desvalorizá-los, essas pessoas devem ser ajudadas por uma questão de saúde física e mental, e por isso o assunto deve ser falado, sem dúvida. No entanto, não é com comentários deste género que se consegue ajuda para essas pessoas, por isso o meu ponto de vista mantém-se. Só não queria terminar o post fazendo parecer que não se deve falar em caso nenhum, mas neste caso o problema é mais o que se diz e a forma como se diz do que o facto de se dizer.

 

Imagem: Huffington Post

Comer com consciência #2: Fiz o meu próprio Muesli (+ Receita)

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Tal como disse na primeira parte do "Comer com consciência", estou muito habituada a comer ao pequeno-almoço, lanchar ou petiscar coisas como cereais, bolachas, pão com presunto, chouriça, fiambre, etc. Neste caso, estou mais que habituada a comer cereais ao pequeno-almoço, mas sabia desde logo que era uma das coisas que ia precisar de substituir. Notem que, quando falo de cereais, falo daqueles cereais tradicionais de pequeno-almoço: estrelitas, chocapic, cheerios, etc.

 

Sou um pouco exigente com o pequeno-almoço. Por um lado, preciso de algo que me dê energia suficiente para pelo menos a maior parte da manhã, até porque tenho tendência a ter quebras de tensão e por isso quanto mais tempo passar sem começar a sentir-me fraca, melhor. Por outro lado, é uma refeição na qual não gosto nem consigo comer demasiado, pelo que uma tosta não sei do quê, com um ovo e um iogurte e um sumo de laranja e um cafézinho... Não vai lá. A "melhor" solução que encontrei até hoje para estes problemas foram, de facto, os cereais. Dão-me energia suficiente para aguentar até ao meio da manhã, e não são algo que seja pesado ou difícil de comer.

 

Contudo, e querendo eu começar a fazer melhores escolhas alimentares, sabia que precisava de um substituto mais saudável aos cereais. E eis que surge o Muesli. O plano não era fazer Muesli caseiro, mas depois de um passeio pelas prateleiras do hipermercado descobri duas coisas. A primeira é que a maior parte do Muesli que vendem tem passas, coisa que detesto. A segunda é que aqueles que não tinham, por algum motivo que não consigo compreender, tinham açúcar - todos eles. Para comer Muesli com açúcar mais vale voltar aos cereais tradicionais, obrigada.

 

Posto isto, decidi pôr mãos à obra e fazer o meu próprio Muesli. Baseei-me nesta publicação da Made by Choices para a receita base, e depois foi todo um leque de escolhas criativas e ao meu gosto. Confesso que foi muito divertido para mim fazer isto, foi como ver uma criação minha ganhar vida porque fui eu que escolhi todos os ingredientes que queria.

 

Então vamos lá à receita, sim? Não tenho quantidades, fiz tudo um bocado a olho e na verdade acho que é inútil haver quantidades nestas coisas porque acaba por ir de acordo com a nossa preferência. Se queremos mais fruta desidratada colocamos mais, se não gostamos muito de fruta seca colocamos menos.

 

Ingredientes que usei:

  • Flocos de aveia
  • Sementes de girassol
  • Sementes de abóbora
  • Bagas de goji
  • Nozes
  • Morango desidratado

 

Comecei por deitar o pacote inteiro de flocos de aveia numa taça de vidro e depois fui juntando um pouco de todos os outros ingredientes. Mexi com uma colher de pau para misturar tudo e coloquei o Muesli num frasco com fecho hermético. E voilá! É a coisa mais fácil do mundo.

 

Devo dizer que compensa bastante fazerem o vosso próprio Muesli em casa: os ingredientes custam mais do que custaria uma embalagem de Muesli, mas fazem uma quantidade enorme de Muesli que não encontram nas embalagens do hipermercado, ou seja, dura muito mais tempo e acaba por compensar mais. O frasco onde o guardei tem um litro de capacidade e ainda sobrou um bocado na taça que deu para mais dois dias. Além disso, posso dizer-vos que não gastei nem metade de todos os outros ingredientes, ou seja, só tenho que comprar os flocos de base das próximas vezes que fizer.

 

Já experimentei e estou a adorar fazer papas com o Muesli para o pequeno-almoço, além de que me dá toda a energia que preciso para a manhã. Agora vem a "surpresa": desde que comecei a escrever esta publicação, o Muesli já voou! Somos duas a comer todas as manhãs, eu e a minha mãe. Já fiz uma segunda vez (e é essa a que está na foto principal, já que aqui a inteligência só se lembrou que não tinha foto da primeira quando já estava no fim), e substituí a aveia por flocos de trigo, para experimentar, e o morango por maçã verde desidratada. Coloquei menos bagas de goji porque apesar de gostar mais do que de passas, continuo a não apreciar muito, pelo que assim que terminá-las não vou colocar mais fruta seca sequer. Apesar de ter acabado num instante, um litro continua a vencer todas as 200/300gr que colocam à venda nos hipermercados. Podem ver a minha primeira experiência na foto abaixo, ainda na taça (só porque eu gosto muito de ver todo aquele vermelho a enfeitar um monte de cereais, sementes e frutos secos ):

 

Muesli 1.jpg

 

E aqui têm, mais um pequeno progresso, mais uma pequena substituição. Agora que fiz Muesli, gostava muito também de fazer granola, mas creio que o meu próximo passo será substituir as bolachas de açúcar e canela que como a meio da manhã por algo mais saudável. Têm sugestões? Já sabem, tem que me dar energia para o resto da manhã e não me deixar cair para o lado (daí eu ter escolhido, pela via mais fácil, bolachas cheias de açúcar)! Eu estava a pensar fazer barrinhas com este tipo de ingredientes, mas não queria comer essencialmente a mesma coisa duas vezes pela manhã. Em todo o caso, partilhem comigo as vossas experiências com pequenas substituições (ou "criações") nos comentários!

 

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"Comer com consciência" é o registo da minha jornada para uma alimentação mais saudável e mais consciente. Podes acompanhar-me e consultar todas as publicações aqui.

BELEZA: Avène Protector SPF50+ Emulsão

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Por esta altura já devem ter percebido que não tenho um "nicho" - já vos falei de séries, comida, livros, e agora venho falar-vos de um produto de pele. Podem ter a certeza de que este tipo de posts, juntamente com os de maquilhagem, serão os menos frequentes aqui porque não sou propriamente especialista no assunto. No entanto, gosto sempre de pesquisar reviews de produtos que ando a namorar para saber se valem realmente a pena, por isso acho que é sempre bom também poder escrevê-las e ajudar mais pessoas!

 

Todos sabemos que um protector solar faz parte de uma rotina básica de pele; seja Verão ou Inverno, devemos sempre proteger a nossa pele. Ainda assim, nunca foi algo que eu incluísse na minha rotina, apesar de saber que devia. Há pouco tempo decidi que queria começar a cuidar melhor da minha pele e, entre outras coisas, isso implicava comprar um protector solar para o rosto. Fiz alguma pesquisa e optei por comprar este da Avène, do qual vos venho falar hoje.

 

Eu tenho a pele mista, por isso comprei aquele que é indicado para peles normais a mistas. Se não me engano, também existe para peles secas e peles com tendência acneica. É uma emulsão, tem SPF50+ (sou muito branquinha!), não tem parabenos, é hipoalergénico e é não comedogénico.

 

A primeira coisa em que reparei quando o experimentei foi a textura. Tem uma textura bastante "áspera" e pesada, sendo que preciso de esfregar a minha pele com alguma força para conseguir espalhá-lo bem. Não gostei muito desse aspecto, até porque tenho a pele sensível, por isso não me agrada muito ter que espalhar com alguma força. Diria também que tem uma textura um pouco gordurosa, o que não agrada muito quando o alvo é uma pele mista.

 

O protector seca bastante rápido e não se sente na cara, na própria embalagem diz que tem um "dry touch"/"toque seco". Ou seja, apesar de ter uma textura pesada ao colocar, depois de alguns minutos já nem sentimos que o temos, e acho isso óptimo. Contudo, depois de algumas horas, e por ter uma textura gordurosa, sinto a minha zona T um pouco mais oleosa, e as minhas bochechas (onde tenho a pele seca) um pouco gordurosas.

 

A textura, pesada e gordurosa, é de facto o principal aspecto a apontar em relação a este protector solar, porque para mim é onde estão os maiores problemas com ele. Acho que, no fundo, é um protector solar típico, pelo que não é recomendável para se usar no dia-a-dia porque acaba por ser um pouco pesado. Contudo, no geral, seja para usar todos os dias, seja para se usar apenas em dias de praia e de piscina, eu não recomendaria este produto. É mesmo muito difícil de espalhar, e sendo indicado para peles mistas não deveria deixar a pele gordurosa. Foi um produto que me desiludiu bastante porque acho que é uma das marcas que mais usei até hoje e não costumo ter com que me queixar, mas para mim, este produto foi mesmo muito ao lado daquilo que deveria ser. Vou terminá-lo mas não vou voltar a comprar. Para quem estiver à procura de protectores solares para o dia-a-dia, pesquisem por "city sunscreens", que por norma são mais leves e mais indicados para o quotidiano, e é o que vou fazer quando terminar este e precisar de comprar um novo. Espero ter ajudado!

 

Se souberem de algum bom protector solar para peles mistas e sensíveis e que seja leve e adequado para o dia-a-dia, recomendem nos comentários por favor!

Séries que vi (e amei) recentemente

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Tal como referi no meu primeiro post, adoro ver séries e por isso um blog nunca seria realmente meu se o tópico "séries" nunca surgisse! Deu-se hoje o fim da segunda semana de aulas desde que voltei à universidade para o segundo semestre, e posso dizer que, em termos de séries, aproveitei o intervalo entre os semestres da melhor forma. Comecei a ver algumas séries novas, sendo que algumas ficaram, e outras acabei por desistir delas. Pois bem, é das que ficaram que vos venho falar hoje!

 

Dark

 

A história acompanha quatro diferentes famílias que vivem numa pequena cidade alemã. As suas vidas pacatas são completamente atormentadas quando duas crianças desaparecem misteriosamente e os segredos obscuros das suas famílias começam a ser desvendados.

 

Ao início senti alguma dificuldade em lembrar-me de todas as personagens, porque além de serem muitas, bem... não vos vou dar spoiler, mas acreditem que é difícil! Contudo, eu devorei esta série por completo. É daquelas séries que nos deixam o cérebro completamente em nó, que nos fazem pensar muito. Tem um enredo extremamente complexo mas muito bem construído e engloba uma temática que acredito que possa interessar a muitos. É uma série com muita simbologia, alguma da qual é explicada, e outra fica ao critério da vossa curiosidade. Adorei e recomendo vivamente, porque além de ter uma história e simbologia interessantíssimas, é uma série muito boa também em termos técnicos.

 

American Crime Story

 

Antologia de crimes. Cada temporada conta uma história independente, baseada em algum crime real que ganhou comoção pública e foi pauta de notícias.

 

Já tinha esta série na minha lista para ver há muito tempo, e nestas férias decidi finalmente começar a vê-la. Tal como a sinopse diz, cada temporada desta série conta uma história diferente sobre crimes que ocorreram na vida real e que tiveram alguma polémica. A primeira temporada é sobre o O.J. Simpson - esta temporada é fantástica (foi mais uma que devorei), com um elenco maravilhoso. A segunda temporada é sobre o assassino que matou Gianni Versace - Andrew Cunanan -, é uma temporada completamente diferente da primeira em tudo o que possam imaginar. Ainda estão a sair episódios e, até agora, continuo a preferir a primeira, mas é bastante interessante de assistir. Além de que é muito desconfortável seguir a personagem do Andrew, e digo isto no melhor sentido possível, porque o actor (Darren Criss) está a fazer um excelente trabalho! Enfim, esta é daquelas séries que beneficiam de ter temporadas completamente diferentes uma da outra porque se não gostarmos de alguma, podemos sempre ver a seguinte.

 

This Is Us

 

A série é uma crónica da relação de um grupo de pessoas que nasceram no mesmo dia, incluindo Rebecca (Mandy Moore) e Jack (Milo Ventimiglia) - um casal à espera de trigémeos em Pittsburgh - e Kevin (Justin Hartley), um belo actor de televisão que começa a ficar cansado da vida de solteirão cobiçado.

 

Esta série anda a ser falada por todas as bocas do mundo, mas a mim nunca me tinha despertado atenção. Há umas semanas uma amiga finalmente conseguiu convencer-me a começar a ver, e ainda bem que o fiz! É o tipo de série que é preciso ver para se gostar - a sinopse não vai dar grande coisa, pelo menos para mim. Preparem a caixa de lenços a cada episódio porque se forem como a maioria das pessoas, não vai haver um único onde não vão deitar pelo menos umas lágrimazitas. Este é o tipo de série que recomendaria se estiverem de muito mal com a vida porque quase que vos obriga a deitar tudo cá para fora. Tem uma carga emocional muito grande, ao mesmo tempo que as personagens começam a conquistar-vos, aos poucos e poucos. Tem uma história muito bonita e uma das melhores personagens que já vi na história das séries (Jack). Que, já agora, poderá totalmente arruinar todas as vossas perspectivas de um bom futuro amoroso com um bom companheiro, mas é o preço a pagar por se acompanhar toda esta história maravilhosa.

 

E pronto, são estas as séries que vi nas férias e adorei! Se tiverem curiosidade, as séries que acabei por abandonar foram American Gods e The End of the F****** World, que mesmo assim recomendaria porque não as abandonei por as achar más. Vêem alguma destas séries? Têm curiosidade de ver alguma? Digam nos comentários e, se quiserem, podem recomendar séries - para mim nunca é demais!

 

P.S: Como um pequeno aparte, queria apenas dizer que nesta 4ª feira a minha publicação "Comer com consciência" foi o principal destaque da página inicial dos blogs do Sapo. Não quis acreditar, fiquei perplexa e extremamente feliz! Não podia deixar de referir e agradecer ao Sapo por promover os blogs da plataforma desta maneira. Não estava nada à espera, muito obrigada 

 

*sinopses adaptadas do site AdoroCinema

Sobre mim


25 anos, mestrado em Psicologia Clínica e da Saúde. Apaixonada por Lisboa e por gatos. Introspectiva por natureza e com muitos pensamentos para partilhar!

📖 A ler: The Night Circus (Erin Morgenstern) // Harry Potter and the Order of the Phoenix (J.K. Rowling) // A New Earth: Awakening to Your Life's Purpose (Eckhart Tolle)

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